A grande problemática nos dias de hoje é como trazer os jovens de forma efetiva para dentro da escola. A questão social está tomando conta das classes mais baixas, e por mais que isto se signifique atendimento direto as familias carentes e os jovens, acaba por criar uma outra cultura, a do assistencialismo.
Basta caminhar pelos corredores das escolas estaduais e municipais para diagnosticar a falta dfe interesse dos alunos e ausência dos pais na rotina estudantil dos filhos.
A grande maioria que se faz interessada representa alunos de escolas particulares, que vivem uma realidade distante. O jovem da periferia vive a realidade das drogas, da falta de alimentação, da obrigação do trabalho prematuro, e por mais que seja horrendo, sofre com a discriminação profissional, por não ter experiências ou conhecimento tecnológico para serem aproveitados no mercado.
As oportunidades que estão salvando os jovens das classes baixas, são ações culturais independentes como Hip Hop que induz o jovem a um caminho contrário do crime e das drogas, as Ongs que cultivam parcerias e voluntáriados, visando amenizar as inumeras crianças e jovens nas ruas sem ocupação.
E assim, tantos outros movimentos que estão por ai, fazendo o papel da familia e principalmente das escolas, é preciso fazer uma reavaliação, proporcionar um estudo de dentro para fora para que as escola da vida não seja a base do cidadão do amanhã.
Nelson Beron
Coordenador do Movimento
Juventude Ativa do Partenon
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